Segundo a PJ, no espaço de um ano, o arguido chegou a angariar vários clientes com quem contratava os serviços à revelia da vítima, que era confrontada com aquelas situações. Embora não pretendesse a relação sexual, a mulher era coagida a tal atividade com medo de ser agredida.
“A vítima, embora constrangida, submetia-se às referidas práticas dada a situação de coação em que se encontrava, pelo caráter violento do arguido”, explica a PJ.
O homem, desempregado e com antecedentes criminais por violência doméstica, está indiciado pelos crimes de violação, lenocínio e devassa da vida privada e vai ser apresentado a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.
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