O triunfo marca o regresso de Alfama ao primeiro lugar oito anos depois, numa edição em que a marcha teve como padrinhos a cantora Áurea e Paulo Battista. Em segundo lugar ficou a Marcha de Alcântara, enquanto a Marcha da Madragoa fechou o pódio. Na edição de 2025, o concurso tinha sido ganho por Alcântara e Bairro Alto.
Ao todo, estiveram 20 marchas em competição, avaliadas por um júri presidido por Vítor Agostinho e composto por especialistas nas áreas de coreografia, cenografia, figurino, letra e música, além de um representante da EGEAC.
Para além da vitória na classificação geral, Alfama destacou-se também em várias categorias, arrecadando os prémios de Melhor Coreografia (ex aequo com a Madragoa), Melhor Musicalidade (ex aequo com o Alto do Pina), Melhor Desfile na Avenida e Melhor Composição Original, com o tema que deu nome à marcha vencedora.
Leia mais: Marchas populares de Lisboa atuam no desfile do Ano Novo Lunar
A Marcha de Alcântara foi distinguida com os prémios de Melhor Cenografia, Melhor Figurino (ex aequo com a Bica) e Melhor Letra, distinção partilhada ainda com Alfama, Graça e Olivais.
As Marchas Populares integram o programa das Festas de Lisboa, que ao longo de junho reúne mais de 40 iniciativas pela cidade, maioritariamente gratuitas, incluindo concertos, cinema ao ar livre, exposições e festivais multiculturais.
O encerramento das Festas de Lisboa está marcado para 26 de junho, nos Jardins da Torre de Belém, com um concerto de Matias Damásio, Rita Guerra, Ivandro e Héber Marques, seguido de um espetáculo de fogo-de-artifício.