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O texto contou apenas com os votos a favor dos partidos que suportam o Governo (PSD-CDS-PP) e da IL. O PS, Livre, PCP, BE, PAN e JPP juntaram-se nos votos contra.
Após o chumbo, o primeiro-ministro manifestou “confiança absoluta” na ministra do Trabalho, afirmando que a governante “mais não fez do que apresentar a posição do Governo” sobre o pacote laboral que, afirma, se mantém “inamovível e intocável”.