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Marchas populares de Lisboa atuam no desfile do Ano Novo Lunar

As marchas populares de Alcântara e do Bairro Alto, vencedoras ex-aequo da edição de 2025 dos Santos Populares de Lisboa, vão atuar em Macau no desfile do Ano Novo Lunar, dedicado ao Ano do Cavalo

Plataforma com Lusa

A participação dos dois grupos portugueses integra o programa da Parada de Celebração do Ano do Cavalo, um dos momentos centrais das festividades do Ano Novo Lunar em Macau, que decorrem entre 19 de fevereiro e 8 de março.

Segundo a diretora dos Serviços de Turismo (DST), Maria Helena de Senna Fernandes, a presença das marchas reforça a dimensão cultural e internacional do evento. “Achamos que vão gostar de Macau e que as suas atuações vão trazer muita alegria aos visitantes e à comunidade”, afirmou.

As celebrações contam este ano com um orçamento de 36,8 milhões de patacas (cerca de 3,86 milhões de euros), mais 5% do que em 2025, e incluem desfiles, fogo de artifício, espetáculos de drones e iniciativas comunitárias. A DST prevê uma média diária entre 158 mil e 175 mil visitantes durante o período festivo, beneficiando de um feriado prolongado de nove dias.

O desfile principal, marcado para o terceiro dia do Ano Novo Lunar (19 de fevereiro) na zona do Lago Sai Van e o décimo segundo dia (28 de fevereiro) na zona norte , envolve 17 carros alegóricos e cerca de 1.300 artistas provenientes de Macau, Hong Kong, China continental, Portugal, Itália, Espanha, Filipinas e Coreia do Sul.

Além das marchas portuguesas, o programa inclui atuações musicais, dança e um espetáculo noturno que combina drones e fogo de artifício, numa aposta clara no conceito de “turismo + eventos”.

Para além da parada principal, a DST organiza atividades itinerantes em vários bairros, incluindo o ZAPE, com animação de rua, instalações temáticas e promoções comerciais, procurando dinamizar a economia local. Estão ainda previstos três grandes espetáculos de drones e fogo de artifício ao longo das festividades.

Ao contrário de edições anteriores, não haverá participação de grupos japoneses. Questionada sobre o tema, Helena de Senna Fernandes disse não dispor de “informação concreta”, sublinhando apenas que Macau continua a receber artistas de múltiplas origens. Nos últimos meses, vários espetáculos com artistas japoneses foram cancelados, num contexto de tensões diplomáticas entre Pequim e Tóquio, que também afetaram eventos culturais na região.

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