Desde o ano passado, as autoridades de Macau deixaram bem claro a suas intenções de expandir o volume de visitantes provenientes de fora da Grande China, incluindo até reduções de impostos oferecidos às operadoras de jogo que consigam trazer mais clientes do exterior, como parte das recentes concessões de jogo com duração de 10 anos atribuídas.
No entanto, segundo dados da DST respeitante às 10 principais fontes de visitantes em Macau entre janeiro e julho, turistas oriundos do interior da China representavam 65,6 por cento do total de 14,4 milhões de visitantes registados nos primeiros sete meses do ano, seguidos por Hong Kong com 28,6 por cento e Taiwan com 1,6 por cento.
As Filipinas, Indonésia e Coreia do Sul foram os três principais países de origem fora da região da Grande China, mas mesmos assim compunham apenas 4.2 por cento do total, com o primeiro a representar apenas 1 por cento do bolo total, e os outros dois países 0,5 por cento cada.
É importante ressalvar que embora a DST classifique os viajantes desses países como visitantes, as Filipinas e a Indonésia são alguns dos maiores mercados de origem de trabalhadores não residentes na RAEM, portanto, a maioria dos cidadãos incluídos nessas estatísticas podem estar a entrar na cidade para fins de emprego, não turismo.
Os visitantes dos Estados Unidos foram o maior contingente de fora da Ásia, com cerca de 40.064 americanos a entrar Macau entre janeiro e julho.