PDF: Versão Integral do PLATAFORMA às sextas-feiras nas bancas em Macau
Na sua primeira visita à RAEM, depois da reabertura das fronteiras, o cônsul-geral do Brasil em Hong Kong explica que, apesar do êxodo da comunidade brasileira em Macau – estimado em 15 por cento -, “já se vêem sinais de retorno”. Ao PLATAFORMA, Manuel Innocencio de Lacerda Santos Jr. contextualiza: “Ainda não podemos visitar as autoridades de Macau”. Mas promete presenças “mais regulares”, até para reativar programas académicos entretanto desativados
Manchete: Visitas consulares serão “mais regulares”
Outros destaques nesta edição:
Paulo Rego – Escreve esta semana sobre a importância do Fórum Macau e o facto deste ter um escopo exclusivamente económico e comercial – não político.
Sinais: Dar face à plataforma
O especialista nas relações de Macau e da China com os países lusófonos, Ip Kuai Peng, lembra que a RAEM “não tem relações externas”; pelo que a visita de Ho Iat Seng a Portugal faz parte de um “novo ciclo” da parceria estratégica “entre a China e Portugal”. O professor da City University defende que este é o momento de “Portugal prestar mais atenção a Macau” como porta de entrada para a “Grande Baía”, mas “também para toda a China”. Esta viagem, frisa, serve também para “recuperar a confiança da comunidade portuguesa de Macau no seu futuro”
Destaque: “Novo ciclo da relação entre a China e Portugal”
A agência imobiliária JLL Macau acredita que o mercado imobiliário de Macau vai “finalmente ver o fim do túnel” em 2023 e sugere que as autoridades ajustem as atuais medidas em vigor de controlo de preços para habitações residenciais
Destaque: Mercado imobiliário deve recuperar em 2023
Leia a edição anterior do PLATAFORMA