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Três “campeões dos direitos humanos, da democracia e da coexistência pacífica” dividem este ano o prémio Nobel da Paz, que em tempos de guerra na Ucrânia e no dia de aniversário de Vladimir Putin foi também um presente envenenado para o presidente russo. O ativista bielorrusso Ales Bialiatski, detido há mais de um ano sem julgamento, a organização russa Memorial, ilegalizada por Moscovo, e o Centro para as Liberdades Civis ucraniano são os galardoados de 2022.
“Os laureados com o Nobel da Paz representam a sociedade civil nos seus países. Há muitos anos que promovem o direito a criticar o poder e proteger os direitos fundamentais dos cidadãos. Fizeram um esforço excecional em documentar os crimes de guerra, abusos de direitos humanos e o abuso do poder. Juntos demonstraram a importância da sociedade civil para a paz e a democracia”, disse a presidente do Comité Nobel Norueguês, Berit Reiss-Andersen, durante o anúncio oficial em Oslo.
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