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Mulheres, negros, indígenas e transexuais. Política brasileira mais heterogénea

Escrutínio do último domingo representou um marco histórico no que diz respeito à representatividade. Independentemente de quem se tornar presidente do Brasil, país já elegeu número recorde de mulheres e negros para a Câmara dos Deputados. Foram ainda escolhidos cinco indígenas.

Só no dia 30 de outubro é que o Brasil saberá quem será o próximo presidente, mas, na primeira volta eleitoral, o país já ficou a conhecer quem serão os rostos que se vão sentar nos 513 assentos da Câmara dos Deputados. No ano das eleições mais polarizadas da História foi eleito um número recorde de mulheres e negros.

Quando os parlamentares assumirem os mandatos, em janeiro de 2023, a Câmara terá 91 deputadas federais e 135 negros, o que constitui a maior representação da história, em ambos os casos. A cada grupo de seis parlamentares, em média, uma será mulher. Por outro lado, um em cada quatro deputados federais será negro, calcula o portal brasileiro G1. Ainda assim, a representação coloca-se abaixo da proporção verificada na população, mas representa um avanço em relação à legislatura ainda em vigor.

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