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Afinal, videojogos não comprometem o bem-estar, diz estudo de Oxford

Estudo monitorizou aproximadamente 40 mil jogadores com mais de 18 anos de idade durante seis semanas. Para aferir o bem-estar, análise ponderou alineas como felicidade, tristeza, raiva ou frustração

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Cientistas da Universidade de Oxford concluíram que o tempo passado em videojogos não tem impacto significativo no bem-estar dos jogadores, a conclusão principal de um estudo publicado esta quarta-feira, 27 de julho.

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“Encontrámos poucas ou nenhumas provas de uma ligação causal entre os videojogos e o bem-estar”, lê-se no estudo, que monitorizou aproximadamente 40 mil jogadores com mais de 18 anos de idade durante seis semanas.

“Para o bem ou para o mal, os efeitos médios (dos videojogos) no bem-estar dos jogadores são provavelmente muito pequenos, e são necessários mais dados para determinar riscos potenciais”, defenderam os investigadores, cujo trabalho foi publicado na revista The Royal Society.

Leia mais em: Delas

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