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Tráfico de Pessoas: Macau repudia relatório americano

Carlos Picassinos

São comentários irresponsáveis, sem conhecimento cabal da situação de Macau, palavras sem sentido, juizos subjectivos. Região Administrativa Especial de Macau no nível 3 relativo aos governos que não cumprem os padrões mínimos de luta contra o tráfico humano

Macau surge ao lado de países como a Malásia, Afeganistão, Eritreia, Guiné Bissau, Irão, Myanmar, Coreia do Norte, Rússia, Sudão do Sul, Síria e Turquemenistão.

Na resposta, o gabinete do Secretário para a Segurança argumenta que o crime do tráfico de pessoas mantém uma baixa percentagem ou quase nula em Macau; que o Governo tem dado um total apoio à Comissão de Acompanhamento das Medidas de Dissuasão do Tráfico de Pessoas, e que os trabalhos de execução da lei de combate a este fenómeno, “têm obtido de forma continuada resultados notáveis”.

O Executivo reconhece os impactos da pandemia na sociedade local mas que, nem por isso, os trabalhos de prevenção e de combate foram afectados.

Mas esta é uma realidade que “a parte dos EUA persiste em ignorar”, continua o comunicado, “manifestando desprezo e preconceito pela legislação e pelo sistema judicial independente de Macau”.

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