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Portugal assume o seu passado colonial “incluindo o que não foi positivo”

O presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, declarou esta terça-feira (18) em Guiné-Bissau que Portugal “assume plenamente” o seu passado colonial, “incluindo o que não foi positivo”, numa visita oficial à antiga colónia portuguesa.

É a primeira viagem em mais de três décadas de um presidente português à Guiné-Bissau, país da África Ocidental que se tornou independente em 1974.

Portugal é uma ponte entre culturas e “tem feito ao longo da sua história, nem sempre bem”, disse o presidente português, que chegou a Bissau, a capital, na segunda-feira à noite para uma visita de 24 horas, após passar por Cabo Verde.

Marcelo Rebelo de Sousa reuniu-se terça-feira com o Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embalo.

Também visitou um cemitério onde estão enterrados cem soldados portugueses que morreram durante a guerra da independência e colocou um ramo de flores no túmulo de Amilcal Cabral, líder do partido da independência PAIGC, assassinado em 1973 em Conacri.

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