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Quebrar barreiras

Johnson ChaoJohnson Chao*

Esfomeado, mesmo antes de anoitecer, fui a um restaurante de fast-food e pedi uma caixa de 9 McNuggets de frango. Sentado sozinho, vi estudantes, donas-de-casa, idosos, casais e até pessoas de fato e gravata. O que é que os trás aqui?

À primeira vista, é apenas um restaurante de fast-food. Porém, os clientes que o frequentam fazem-no por diferentes razões.

Alguns dos estudantes ao meu lado estão a rever a matéria, enquanto outros jogam no telemóvel, como se fosse uma mistura de biblioteca com salão de jogos.

É um restaurante usado para fins variados. O mesmo local serve para discussões de seguros, hipotecas, leituras de adivinhação do futuro e até blind dates. As funções destes restaurantes de fast-food vão bem além da nossa imaginação, quebrando fronteiras.

Ao longo da história, encontramos vários fatores inesperados por detrás de relatos de sucesso. A empresa BMW originalmente não produzia automóveis. A companhia alemã, cuja sigla significa Bayerische Motoren Werke, foi criada em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, para produção de motores de aeronaves para as forças alemãs.

Depois da derrota da Alemanha, o Tratado de Versalhes proibiu a produção de aeronaves no país, deixando um grande impacto na indústria de aviação alemã. A BMW aproveitou esta oportunidade para se transformar, desenvolvendo motores de automóveis, naquele que foi o primeiro passo em direção à produção de carros.

Enfrentando uma crise social, a capacidade de adaptação é essencial para sobreviver. Com o atual impacto da pandemia, que barreiras poderá Macau quebrar?

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