Ruholá Zam, diretor do ‘site’ Amadnews for condenado à morte por 13 acusações, incluindo corrupção na terra. A denominação de “corrupção na terra” está entre as acusações mais graves consideradas pelo Irão.
O ativista e jornalista iraniano Ruholá Zam, diretor do ‘site’ Amadnews, foi enforcado este sábado depois de ter sido condenado à morte por incitar protestos contra o regime em finais de 2017 no Irão, informaram hoje as autoridades iranianas.
“Zam foi condenado à morte por 13 acusações, incluindo corrupção na terra, e a sua sentença foi confirmada pelo Supremo Tribunal e, após os procedimentos legais de hoje, 12 de dezembro de 2020, a sua sentença de morte foi executada e foi enforcado”, informa a Procuradora-Geral e Revolucionária, em comunicado.
A denominação de “corrupção na terra” está entre as acusações mais graves consideradas pelo Irão, nas quais se inclui o assassinato, o terrorismo ou insurgir-se contra o Estado e em que a jurisprudência islâmica costuma punir com enforcamento.
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