Defesa de segurança do Carrefour nega intenção de matar Beto Freitas ou motivação racista - Plataforma Media

Defesa de segurança do Carrefour nega intenção de matar Beto Freitas ou motivação racista

Advogado também levanta a suspeita de morte por ataque cardíaco; perícia inicial aponta asfixia

A defesa do policial militar Giovane Gaspar da Silva, 24, um dos seguranças presos pelo assassinato de João Alberto Silveira Freitas, 40, conhecido como Beto Freitas, em uma unidade do Carrefour de Porto Alegre, nega a intenção de matá-lo ou motivação racista e levanta a hipótese de que a vítima pode ter morrido em decorrência de um ataque cardíaco.

“A perícia também traz como provável causa um ataque cardíaco. Suspeita-se também que o senhor João Alberto estaria sob efeitos de entorpecentes tamanha a força que ele tinha no momento. Ele também tinha os olhos soltados e a íris expandida”, diz o advogado de defesa, David Leal.

Leia mais em Folha de S.Paulo.

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