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Bolsonaro sabia da compra de vacinas, mas recuou após pressão de apoiantes nas redes sociais

Gustavo Uribe, Natália Cancian e Daniel Carvalho

O presidente Jair Bolsonaro foi informado no último final de semana da intenção da compra, pelo Ministério da Saúde, de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, em desenvolvimento pela empresa chinesa Sinovac com o Instituto Butantan.

Segundo assessores tanto do Palácio do Planalto como do Ministério da Saúde, Bolsonaro, inicialmente, não se opôs à iniciativa, mas mudou de posição no final da tarde da terça-feira (20), após repercussão negativa de seus apoiadores nas redes sociais.

Desde o anúncio feito pelo ministro Eduardo Pazuello, em reunião virtual com governadores, eleitores bolsonaristas iniciaram campanha nas redes contra o que chamam de “vacina chinesa”.

As críticas chegaram ao perfil oficial do presidente, que decidiu adotar um recuo estratégico. Na própria terça-feira (20), segundo relato feito à Folha, ele telefonou a Pazuello para informar que se posicionaria contra o anúncio.

Nesta quarta (21), Bolsonaro e Pazuello se falaram por telefone para ajustar a mudança de discurso e combinar a divulgação de uma nota pública, na qual alegaram que houve “interpretação equivocada”.

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