PDF: Versão Integral do PLATAFORMA às sextas-feiras nas bancas em Macau
Primeiro estudo com um retrato social de Macau aponta para uma população próspera, estável e aberta ao exterior. Que se identifica com a cidade e com a China. Sociólogo da Universidade de Macau deixa, contudo um aviso: Uma juventude sem oportunidades pode ser um problema
Manchete: “As circunstâncias podem levar ao descontentamento social e a protestos”
Outros destaques nesta edição:
Paulo Rego – Macau paga caro a paralisia económica. Apostou todas as fichas na luta contra a Covid-19 e ganhou o primeiro round da saúde pública. Mas enfrenta agora um desafio mais difícil: o jogo da reconstrução não tem regras definidas, não cai do céu nem se anuncia. Mas urge dar sinais, ter planos credíveis e recuperar a energia do fazer.
Editorial: Acelerar o tempo
As recentes eleições na Bielorrússia geraram um forte movimento de contestação social e político ao poder do presidente reeleito Aleksandr Lukashenko. O PLATAFORMA falou com uma jovem bielorrussa que passou o último ano a estudar numa universidade da China, ao abrigo de um programa de línguas para tradutores.
Política: Os protestos em Minsk vistos por uma tradutora
Com a inauguração do novo posto fronteiriço espera-se que a capacidade diária do porto de Hengqin cresça de 25 mil utilizadores diários para cerca de 220 mil, e de 2.700 veículos para 7.000. Anualmente espera-se que esta fonteira sirva cerca de 80 milhões de pessoas.
Grande Baía: Novo Porto de Hengqin quer criar “fronteira inteligente”
Sinal 10 em Macau à passagem do tufão Higos. Depois de uma noite de muita chuva e vento, o PLATAFORMA saiu à rua durante a manhã, ainda com sinal 8, e observou alguma destruição, mas, ainda assim, nada comparado com o rasto que o Hato deixou em agosto de 2017
Fotorreportagem: Três anos depois do Hato, Higos deixa marcas