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Tiananmen, um luto que não pode desaparecer

Sulu Sou*

Antes de mais quero demonstrar a minha felicidade pelo convite do Plataforma para escrever um artigo de opinião, onde posso falar livremente, num espaço onde também estarão representantes de outros países de língua portuguesa. Trata-se de uma oportunidade para fazer um bom uso da liberdade de expressão e de me envolver em diferentes questões políticas e sociais.

A luta do homem contra o poder é a luta do homem contra o poder” – Milan Kundera em “O livro do riso e do esquecimento”

Todos os meses em junho, muitas pessoas de Macau lembram-se e lamentam um evento histórico mundial que ocorreu na China em 1989 – o incidente na Praça da Paz Celestial em 4 de junho, mais conhecido como Massacre de Tiananmen. Há trinta anos que dezenas de milhares de pessoas de Macau – que representavam uma grande fatia da população local – saíram às ruas.Todos os setores da sociedade condenaram, na altura, a sangrenta repressão e lamentaram a morte de estudantes e pessoas inocentes dedicadas à causa democrática.

Leia mais em chinês em Plataforma.

*Deputado da Assembleia Legislativa de Macau, eleito por sufrágio direto

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