Novo empreendimento de luxo à venda em Seac Pai Van

por Arsenio Reis

As 120 frações do Sky Oasis The Lux Mansions — novo empreendimento de luxo do grupo responsável pelo condomínio One Oasis — começam a ser oficialmente vendidas ao público amanhã por um preço máximo de 42 milhões de dólares de Hong Kong.

Trata-se de um empreendimento de luxo que se dirige sobretudo aos compradores do território, afirma o presidente da Empresa de Fomento Industrial e Comercial Concórdia, Edwin Cheung. As frações do condomínio Sky Oasis The Lux Mansions, em Seac Pai Van, começam oficialmente a ser vendidas ao público amanhã, e já houve “potenciais compradores”, sobretudo locais, a manifestarem interesse.

São duas torres de 41 andares, que incluem 120 apartamentos de quatro quartos com uma área de aproximadamente de 3,500 pés quadrados (o equivalente a 325 metros quadrados). O empreendimento tem piscina interior e exterior, além de uma sala de banquetes, um spa, um cinema, sala vip e um ginásio. 

“A primeira torre do projeto Sky Oasis já foi lançada em outubro do ano passado e todos os apartamentos foram vendidos”, refere o diretor de marketing, Wilson Chung, acrescentando resultarem de uma parceria com a marca de luxo britânica Yoo — do conhecido designer Philippe Starck —, e consistirem em estúdios, com uma área de aproximadamente 600 pés quadrados. Estas duas torres surgem porque existia “uma forte procura” para apartamentos desta dimensão no território, diz Edwin Cheung, realçando que “não há oferta”, sobretudo numa altura em que “a economia apresenta melhorias”.

Inquirido sobre o impacto das recentes medidas governamentais de restrição ao crédito à habitação, o empresário diz que foi “limitado”, já que “os potenciais compradores” de um condomínio de luxo “não são afetados”. O Governo anunciou a introdução de novos limites do rácio de empréstimos para a compra de casa e frações em construção. No geral, os novos limites a residentes ¬— à exceção dos relativos à primeira aquisição — e a não-residentes sofreram uma descida que se situa entre 10 e 20 por cento. “Os nossos clientes são muito fortes em termos financeiros”, refere, acrescentando: “Mesmo que descesse mais, não iria afetá-los.”

Quanto aos possíveis clientes que já manifestaram sinais de interesse, Cheung refere que são “sobretudo locais”, até porque o grupo procura “alcançar sobretudo os residentes”. “Temos uma responsabilidade para com a comunidade e para com o Governo, de oferecer o melhor possível ao melhor preço”, refere. Mas “não descarta o interesse de não-residentes”, procurando não penalizá-los com condições diferentes das que se aplicam aos locais. 

O grupo Empresa de Fomento Industrial e Comercial Concórdia inclui as empresas, de Hong Kong e Macau, ITC Properties, Linkeast Investments, Nan Fung, ARCH Capital Management e Success Universe Group. 

Luciana Leitão

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