Os alunos do ensino secundário do território encontram-se nas primeiras posições entre 72 territórios/países, no campo da literacia em leitura, matemática e científica. Dados os resultados do PISA 2015, divulgados a 6 de Dezembro, Macau foi considerada uma das cinco economias — juntamente com Canadá, Dinamarca, Estónia e Hong Kong — com uma educação de alta qualidade e justa.
Os alunos de Macau estão em terceiro lugar na literacia em matemática, em sexto na científica e em 12.º na leitura, entre um total de 72 economias participantes. Os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) 2015, da OCDE
— teste que mede a literacia matemática, científica e em leitura dos alunos do ensino básico — põem Macau no topo da tabela, muito próximo ou, nalguns casos, acima, por exemplo, da região vizinha.
O PISA analisa a literacia em leitura, matemática e científica, mas em 2015 incidiu na última. Segundo os números divulgados, o desempenho médio dos alunos de 15 anos posicionou-se nos lugares cimeiros entre 72 economias participantes — Macau teve 529 valores na literacia científica (6.º lugar), 509 na leitura (12.º lugar) e 544 em matemática (3.º lugar).
O teste PISA 2015 abrangeu três sub-competências nucleares, nomeadamente “Interpretação científica do fenómeno”, “Avaliação e concepção de investigação científica” e “Explicação científica de informações e provas”. No primeiro campo, Macau obteve, em média, 528 valores (7.º lugar), enquanto na área da “Avaliação e concepção de investigação científica”, obteve 525 valores (6.º lugar), e no campo da “Explicação científica de informações e provas”, conseguiu 532 valores (5.º lugar). “Os alunos obtiveram um bom desempenho na ‘Explicação científica de informações e provas’, demonstrando mais capacidade em termos de análise e avaliação, de forma científica, dos dados e provas apresentadas por diversas formas, expondo uma adequada conclusão científica”, conclui a Direção dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ), em comunicado enviado à imprensa.
No teste participaram alunos de 15 anos, nascidos em 1999, “sendo que a maioria da amostragem frequentava, à altura, o 3.º ano do ensino secundário geral e o 1.º ano do ensino secundário complementar”, indica a nota de imprensa. “O 1.º ano do ensino secundário complementar possuía o maior número de alunos de 15 anos — a percentagem ultrapassou, pela primeira vez, a metade dos alunos alvo da avaliação de Macau, demonstrando o progresso efectivo do sistema educativo de Macau na redução da taxa de retenção dos alunos.”
As edições anteriores
Esta é a quinta vez que Macau participa no teste do PISA, desde 2003. Comparando com o teste PISA 2006, cujo foco de avaliação incidiu também na literacia científica, “a edição de 2015 revelou um aumento estável nos valores de literacia científica dos alunos de Macau”, diz a nota de imprensa. “Na escala combinada de literacia científica, mais de 90 por cento dos alunos de Macau atingiram o nível de aprovação do PISA, registando-se um acréscimo na percentagem de alunos posicionados no nível médio ou superior.” Nota-se, porém, uma diferença entre os resultados do sexo masculino e feminino, no campo da literacia científica, com as alunas a registarem resultados melhores.
No campo da matemática, “os alunos de 15 anos de Macau obtiveram o melhor resultado na literacia de matemática entre todos os ciclos anteriores em que participaram, registando-se um acréscimo significativo da percentagem de alunos posicionados no nível médio ou superior, ao passo que a percentagem daqueles que se posicionaram no nível baixo diminuiu notavelmente.” Porém, registou-se uma diferença também entre os sexos. “Comparativamente com o resultado dos ciclos anteriores do PISA, registou-se um grande progresso na literacia em matemática das raparigas, ultrapassando, pela primeira vez, os valores obtidos para os rapazes.”
Quanto à literacia em leitura, os estudantes de Macau registaram melhorias de forma contínua, dando-se um aumento da percentagem de alunos no nível médio e alto, enquanto se registou uma redução no número com baixo desempenho. No entanto, há diferenças em relação aos géneros. “As raparigas apresentam um melhor desempenho que os rapazes, verificando-se, pela primeira vez, que esta diferença foi maior que a diferença média entre os dois sexos no domínio da leitura da OCDE”, lê-se na nota de imprensa.
Comparando com os quatro testes anteriores do PISA, “Macau é, entre as 72 economias participantes, a região que menos associa a variação do resultado nas três literacias nucleares com o estatuto socioeconómico e cultural das famílias, mostrando que é reduzido o gradiente social entre o desempenho dos alunos e o estatuto socioeconómico e cultural das famílias”, lê-se. Além disso, “é reduzida a proporção dos alunos com desempenho abaixo do nível de aprovação, ao passo que a proporção dos alunos resilientes é elevada.”
Além disso, a “diferença entre os desempenhos nas três literacias, entre os alunos de Macau, é mais pequena do que na maioria dos países/ economias”, levando a que a DSEJ conclua que “o sistema de ensino básico de Macau-China representa a continuação dos resultados alcançados nos testes de ciclos anteriores e, com sucesso, disponibilizar, à população estudantil, oportunidades de equidade educativa relativa e de alta qualidade contínua.”
Desde 2003, Macau já participou no teste de PISA 2006, 2009, 2012 e 2015. O próximo tem lugar em 2018.
Macau num nível médio alto
Os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) 2015, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), mostram que, num total de 72 economias, os alunos de 15 anos de Macau encontram-se três elementos chaves “num nível médio alto”, registando-se “uma proporção pequena com fraco desempenho”, diz Cheung Kwok Cheung, administrador do projecto nacional do PISA de Macau – China e director do centro de investigação e testes educacionais da UMAC, ao PLATAFORMA .
Os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) 2015 foram “muito satisfatórios”, segundo Cheung Kwok Cheung. Para o administrador do projecto nacional do PISA de Macau – China, tendo em conta que se dirigiu aos alunos nascidos em 1999, o PISA 2015 mostra a “eficácia” do sistema educativo da RAEM depois da transição.
Olhando para os resultados, o administrador afirma que uma conclusão muito importante é a de que “a educação de Macau revela uma equidade no ensino básico”, uma vez que “mesmo os alunos provenientes de famílias carenciadas conseguem obter bons resultados”. Participaram no programa 45 escolas secundárias e o desempenho dos alunos “mostra que a diferença entre os estudantes na escola ou entre as escolas de Macau é pequena”, além de que “o estatuto sócio-económico e cultural da família tem pouca influência” no sucesso do estudante.
Macau participou pela primeira vez neste programa, em 2003, e os resultados foram diferentes, registando-se um progresso. “Da primeira vez em que Macau participou no PISA, a literacia em matemática estava num nível médio alto, mas, passados 15 anos, (…) Macau ocupa o terceiro lugar, com muitos bons resultados entre estas 72 economias”. Também no campo da literacia científica e em leitura, os resultados iniciais não foram bons como os de matemática. “Em 2009, os resultados de literacia em Macau não estavam na média dos países da OCDE”, diz, acrescentando: “Em 2015, Macau aumentou para o 12.º lugar na literacia em leitura. E com estes resultados, até a OCDE elogiou o território, porque, em média, os países da OCDE diminuíram nesta literacia, enquanto Macau progrediu.”
Manifestamente satisfeito, Cheung Kwok Cheung afirma terem-se registados progressos aos vários níveis. “Aumentou a proporção dos alunos com boa literacia em matemática e ciências e, ainda que não tenhamos alcançado o nível de Singapura [em 1.º lugar nas duas], estamos muito mais perto do nível de Hong Kong e da Coreia do Sul”, refere, acrescentando: “Isto contribui para que a RAEM possa ter mais quadros qualificados na área científica.” Além disso, aponta o administrador, houve uma “diminuição dos alunos com fraco desempenho”, ao mesmo tempo que “aumentou o número de alunos que passaram do nível médio para o alto”.
Ao longo das cinco edições em que Macau participou no PISA, notaram-se também mudanças em relação às outras economias. “Podemos ver que noutras regiões, nessas cinco edições anteriores, alguns antigamente ocupavam os primeiros dias e, hoje em dia, não”, menciona, esclarecendo que “tem a ver com o sistema educativo de cada região”.
Realçando que o programa não avalia o conhecimento das disciplinas, mas a aplicação na vida quotidiana, Cheung Kwok Cheung esclarece que se “concebem atividades e experiências para esses estudantes”, de forma a aferir melhor o conteúdo das principais literacias. “Vemos se os alunos, quando encontram dúvidas nas ciências, pensam como um cientista, se conseguem elaborar gráficos ou tirar conclusões através de experiências”, diz, a título de exemplo. No campo da literacia em leitura, se, dantes apenas facultavam textos aos alunos para ler e encontrar respostas, hoje em dia, “já podem usar materiais digitais e, através destes, ver a capacidade dos alunos na utilização das tecnologias de informação ou na sua capacidade de ver quais as informações verdadeiras”.
O que carece de melhoria
Em função dos resultados do PISA, concluiu-se ainda que houve uma diminuição no número de alunos que tiveram de repetir o ano escolar. Referindo que Macau aplica o sistema da retenção do ano, quando perante alunos de fraco desempenho, Cheung Kwok Cheung afirma que tem consequências. “Os alunos repetentes não conseguem aprender com os alunos da sua idade — isto vai ter influências tanto na eficácia do ensino, como em termos psicológicos”, diz. Havendo autonomia pedagógica no território — cada escola tem as suas políticas —, significa que no território “não há uma uniformização quanto à exigência mínima e, ao nível da Direção dos Serviços de Educação e Juventude [DSEJ], a repetição do ano exige mais recursos e mais investimento, tardando a que estes alunos ingressem no mercado de trabalho”.
Realçando que uma análise dos resultados do PISA mostra que “a repetição do ano pode trazer aspetos negativos”, nomeadamente uma menor aprendizagem, o administrador refere ainda que tem impacto ao nível psicológico. “O aluno tem de repetir o ano e aprender com alunos que não são da sua idade — isso também influencia a auto-aprendizagem; em certas escolas há mais alunos repetentes e isso causa problemas na gestão escolar”, refere. “Em 2003, um entre cada dois alunos de 15 anos era repetente e agora em 2015 houve uma melhoria porque, entre três alunos, só um é repetente”, refere, esclarecendo que a porporção de percentagem dos alunos de 15 anos retidos diminuiu de 50 para 33,8 por cento. Ainda assim, “continua a ser uma situação grave”, cabendo a Macau lutar por reduzir esta proporção. “O ideal é que, entre cinco alunos, só um seja repetente, o que corresponde a 20 por cento”, realça.
As fragilidades
Comparando com as outras economias, vê-se, por exemplo, que Singapura tem perto de 14 por cento dos alunos de 15 anos a ter bom desempenho nas três literacias, ao passo que Macau apenas, média, 4 por cento. ”Temos uns resultados idênticos aos de Hong Kong”, realça.
Ainda assim, notam-se diferenças nos resultados em função do género. “Em 2015, os valores que as raparigas obtiveram foram mesmos mais altos [nas três literacias] do que os rapazes; significa que as escolas conseguiram encontrar métodos para incentivá-as a ter mais interesse em matemática e ciência”, diz, esclarecendo que nos testes iniciais as alunas tinham pontuações inferiores às dos alunos nestes dois últimos campos.
No que toca à leitura, “as alunas sempre foram melhores do que os alunos, e a diferença é grande”. Assim, há que ver “como se pode melhorar a participação dos rapazes na leitura”, diz, realçando, porém, que, mesmo existindo diferença, “não significa que o ensino tenha de ser separado”.
Por seu turno, a coordenadora da inspeção escolar da DSEJ, Wong I Lin, afirma que, “há que dar formação aos professores para que aprendam a ensinar os rapazes a identificarem os caracteres chineses”, referindo que há novos métodos que podem ser utilizados. “Há certas escolas que estão já a aplicar esta nova forma de ensino em que, através da aprendizagem de um caracter, os alunos conseguem aprender vários para motivar a leitura. É um projeto-piloto aplicado nalgumas escolas e, nessas, a maioria são rapazes”, diz. Por outro lado, pode também procurar “encorajar-se as escolas a comprarem livros de interesse para os rapazes”, esclarecendo que, ao invés de histórias de princesas, os estabelecimentos de ensino talvez possam investir mais em ciências, aventura e desporto.
As mudanças de política
Macau tem procurado implementar, desde 2006, “uma reforma curricular não assente na memorização dos conhecimentos”, mas, ao invés, “na aplicação das exigências das competências académicas básicas”, diz, ao PLATAFORMA MACAU, a coordenadora da inspeção escolar da Direção dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ), Wong I Lin.
Os alunos de Macau obtiveram em 2015 resultados mais satisfatórios no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) do que em todos os anos anteriores, continuando a revelar-se melhores em matemática. Desde a sua primeira participação no programa, em 2003, Macau tem procurado implementar alterações na política educativa, de forma a melhorar os resultados, afirma a coordenadora da inspeção escolar da Direção dos Serviços de Educação e Juventudes (DSEJ), Wong I Lin.
O PISA, realizado a cada três anos, avalia a literacia matemática, científica e em leitura dos jovens de 15 anos, próximos do fim da escolaridade obrigatória, através de um exame de duas horas e os pais e diretores das escolas respondem a questionários.
Em 2012, entre os 65 países/territórios que participaram no PISA, Macau tinha alcançado a 6.a posição em literacia matemática, com 538 pontos, mais do que a média da OCDE, que se situava nos 494 pontos. Xangai (China), Singapura e Hong Kong lideraram a avaliação. Em 2009, Macau testava em 10.º lugar entre 57 países e regiões participantes, com Xangai, Singapura e Hong Kong a liderarem a lista.
Em 2015, entre as 72 economias participantes, Macau continua a ser melhor em matemática do que nas outras literacias, assegurando um terceiro lugar na tabela, atrás de Singapura (1.º) e Hong Kong (2.º). No que toca aos conhecimentos de ciências, o território encontra-se em 6.º lugar, numa tabela liderada por Singapura, Japão e Estónia e dois lugares à frente de Hong Kong. Quando à leitura, Macau posiciona-se no 12.º lugar, num ranking liderado por Singapura, Hong Kong e Canadá. No PISA 2015, participaram um total de 4476 alunos, das 45 escolas de língua chinesa, portuguesa e inglesa do território. Os resultados foram analisados pelo Centro de Investigação de Testes e Avaliação Educativa da Faculdade de Educação da Universidade de Macau, entidade responsável pela aplicação do teste no território.
Sobre as alterações no sistema educativo que justificam esta melhoria de resultados, a coordenadora da inspeção escolar da Direção dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ), Wong I Lin, salienta que, desde 2006, houve várias mudanças. “Em 2003, havia uma grande diferença nos resultados de Macau, comparando com outros países e economias. A partir de 2006, Macau pensava em progredir — começou a pensar-se numa reforma curricular que deixa de parte a memorização dos conhecimentos e assenta na aplicação das exigências das competências académicas básicas”, refere.
Além disso, “insistiu-se na formação dos professores”, uma vez que dantes os métodos de ensino eram mais tradicionais. “Hoje em dia, os professores também conseguiram adquirir conhecimentos sobre métodos de leitura e, por exemplo, os docentes de ciência melhoraram ou começaram a fazer mais experiências ou, ainda, melhoraram na elaboração de perguntas para os testes”, acrescenta.
Realçando que o Governo também tem vindo a investir na educação, Wong I Lin afirma que, em 2007/2008, “o Fundo de Desenvolvimento Educativo começou a receber requerimentos por parte das escolas para realização de projetos para formação de alunos”. O Fundo de Desenvolvimento Educativo apoia os diversos planos e atividades educativas com características de desenvolvimento, na área do ensino não superior, através da concessão de subsídios a fundo perdido e de créditos bonificados.
Em 2014, foi aprovado um novo quadro da organização curricular, que não só promove as competências académicas básicas que os alunos dos diversos níveis de ensino devem adquirir, mas também e a aprendizagem com sucesso, através de uma avaliação diversificada. “Estes trabalhos fizeram com que haja menos alunos repetentes”.
Segundo a coordenadora, está agora em consulta o documento intitulado “Sistema de Avaliação do desempenho dos alunos da educação regular do regime escolar local”, onde se propõem algumas medidas com vista a diminuir a taxa de retenção. “Sugerimos que do 1.º ao 4.º ano do ensino primário não haja lugar a retenção, exceto a pedido dos encarregados de educação. No 5º e 6º ano, a retenção pode ser de 4 por cento, percentagem próxima da realidade de macau e os alunos podem passar de ano com disciplinas pendentes, mas a escola é que decide quantas disciplinas”, refere. “Através deste novo sistema de avaliação propomos avaliação diversificada e o reforço da avaliação formativa”, que implica “ter mais atenção no processo de aprendizagem dos alunos e, quando forem detectadas dificuldades na aprendizagem, ajudar logo, sem depender apenas dos testes”.
Além disso, em 2012 lançou-se o Quadro Geral do Pessoal Docente das Escolas Particulares do Ensino Não Superior, assegurando uma menor carga letiva aos professores. “Significa que passaram a ter mais tempo para preparação de aulas, para criação de atividades e também para ajudar os alunos”, declara.“Segundo os resultados de 2015, a maioria dos alunos estava no primeiro ano do ensino secundário complementar — conseguiram ter um bom desempenho sem repetir o ano”, conclui.
O futuro profissional
Entre os alunos que fizeram parte do teste, “cerca de um quinto dos estudantes das escolas secundárias, de 15 anos, esperam, no futuro, poder dedicar-se à área científica, com uma proporção dos rapazes que esperam fazê-lo, durante a juventude, ligeiramente maior à das raparigas”, segundo uma nota de imprensa da DSEJ. Cabe, assim, aos “profissionais da área educativa e os criadores de políticas seguir o planeamento de vida dos alunos e pensar, em conjunto, como apoiá-los a desenvolverem as suas capacidades para enfrentar os desafios surgidos na sua vida futura”.
Além disso, conclui-se ainda que “os profissionais da área educativa necessitam também de promover, em maior grau, a melhoria da política educativa relativa às diferenças na aprendizagem, incentivando, de forma activa, o início e o estudo da abordagem das políticas educativas que pretendem elevar a eficácia da aprendizagem dos rapazes”
Com base nos resultados do PISA, a DSEJ recolhe ainda informações por parte dos docentes, encarregados de educação e restantes agentes envolvidos, de forma a criar uma completa base de dados que permite aferir “os resultados da educação depois da transferência de administração e também os resultados da RAEM do ensino básico”, diz o administrador do projeto nacional de Pisa de Macau – China, Cheung Kwok Cheung. Desse modo, podem ser definidas “políticas educativas para os próximos 15 anos — de 2016 a 2030.”
LUCIANA LEITÃO
