ATIVOS DOS BANCOS COMERCIAIS CRESCEM 12 POR CENTO - Plataforma Media

ATIVOS DOS BANCOS COMERCIAIS CRESCEM 12 POR CENTO

 

O valor total dos ativos dos bancos que operam em Angola fixou-se, em 2013, em 621 mil milhões de kwanzas, o que representa um crescimento de 12 porcento face a 2012, refere um estudo realizado pela empresa de Auditoria e Consultoria Deloitte apresentado, em Luanda.

 

Segundo a análise que resulta da compilação da informação pública disponibilizada pelos bancos que actuam no mercado e pelo Banco nacional de Angola, a posição relativa entre os bancos manteve-se.

Nesse quadro, ranking total de ativos é liderado pelo Banco Angolano de Investimento (BAI) com 15,7%. As posições a seguir são ocupadas pelo Banco de Poupança e Crédito (14, 9%) e Banco de Fomento Angola (13,1%). A análise constatou um incremento do peso dos bancos de menor dimensão, o que confirma a tendência decrescente de concentração registada em  2009.

Quanto ao crédito líquido sobre depósitos, o estudo da Deloitte refere que apesar do aumento, não foi superior ao crescimento dos depósitos, o que se traduziu numa redução do rácio de transformação entre 2012 e 2013, em que assumiu os valores de 60% e 58%, respectivamente.

Sobre os meios de pagamento eletrónicos, refere que continuam a registar um crescimento no mercado nacional. O número de cartões de crédito e débito aumentou cerca de 37% em 2013, tal como os cartões validos que registaram um crescimento de 19%.

No que se refere à rede de terminais, o número de Caixas Automáticas (ATM) e Terminais de Pagamento Automático (TPA) registaram um crescimento de 11% e 35%, respectivamente. Salienta que o número de ATM aumentou para 2.234 em 2013, comparativamente a 2.014 em 2012, e o número de TPA cresceu para 31.716 terminais em 2013 face aos 23.545, em 2012.

Adicionalmente, prossegue o estudo, o número de transações cresceu cerca de 27% nas transações realizadas em ATM e de 65% nas efetuadas em TPA. Assim, verifica-se que a evolução do número de TPA foi acompanhada pelo aumento das transações efetuadas, sinal de maior abertura dos agentes económicos para a utilização destes meios de pagamento.

 

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