O valor ficou abaixo das previsões mais generalizadas dos analistas, que esperavam um avanço em torno de 5.9%. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, a produção industrial aumentou 5.6%, abaixo dos 6.1% registados no primeiro trimestre.
Dos três grandes setores em que o GNE divide este indicador, o que mais aumentou a produção em abril foi o de produção e fornecimento de eletricidade, aquecimento, gás e água (+5.3%), seguido do setor manufatureiro (+4%) e da indústria mineira (+3.8%).
Entre os setores industriais, a produção de equipamentos informáticos, de comunicações e outros equipamentos eletrónicos cresceu 15,6% em termos homólogos, à frente da indústria automóvel (+9.2%) e da produção de material ferroviário, naval, aeroespacial e outros equipamentos de transporte (+8.2%).
A produção de circuitos integrados aumentou 22.1% em termos homólogos e a de robots industriais 15.1%, enquanto a de veículos de energias renováveis avançou 3.8%, para 1,29 milhões de unidades.
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Em contrapartida, a produção de automóveis no conjunto caiu 2.6%, a de aço recuou 1.7%, a de cimento desceu 10.8% e a de células solares fotovoltaicas contraiu 25.6%.
O investimento em ativos fixos, que no primeiro trimestre tinha subido 1.7%, passou a registar uma queda de 1.6% em termos homólogos no acumulado dos quatro primeiros meses do ano.
Como é habitual, os números revelaram um contraste marcado entre a evolução positiva do investimento em infraestruturas (+4.3%) e na manufatura (+1.2%) e o destinado à promoção imobiliária, que caiu 13.7%.
O GNE indicou também que as vendas comerciais de habitação nova, medidas pela área de solo, caíram 10.2% em termos homólogos nos quatro primeiros meses do ano, embora a descida tenha sido moderada em duas décimas face ao registado até março.