A adenda visa a realização de trabalhos complementares não previstos no contrato inicial, incluindo a construção de um terminal de passageiros de maiores dimensões, que permita a separação de embarques domésticos e internacionais, o aumento da área de estacionamento de aeronaves, o reforço e tratamento geotécnico da pista, a construção de uma adutora para abastecimento de água e o reforço e ampliação da vedação do perímetro aeroportuário.
A competência para a celebração e assinatura da adenda foi delegada no ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu, com possibilidade de subdelegação.
Leia mais: Transferência das operações para Aeroporto António Agostinho Neto concluída em Angola (com vídeo)
A empreitada do NAIC estava inicialmente avaliada em 250 milhões de dólares, cerca de 237 milhões de euros, contando com financiamento superior a 90 milhões de euros da UK Export Finance. A obra está a cargo da OEC.
Noutros despachos, João Lourenço autorizou ainda despesas adicionais para infraestruturas aeroportuárias, incluindo serviços de consultoria para a Cidade Aeroportuária do Icolo e Bengo, associada ao Aeroporto Internacional António Agostinho Neto, e a aquisição de viaturas de emergência para certificação operacional de vários aeroportos regionais.