Cheng irá liderar uma delegação numa visita à China continental de 7 a 12 de abril, com paragens em Jiangsu, Xangai e Pequim. A visita está em sintonia com a opinião pública dominante em Taiwan, afirmou Cheng numa conferência de imprensa em Taipé.
“Temos uma escolha”, disse a presidente. “Pelo bem de ambos os lados do Estreito de Taiwan, pela estabilidade regional e pelo bem-estar da próxima geração, devemos escolher firmemente o caminho da paz.”
A presidente afirmou que a sua visita, tal como as visitas anteriores ao continente dos antigos líderes do KMT, Lien Chan e Ma Ying-jeou, assenta na mesma base política: a adesão ao Consenso de 1992 e a oposição à “independência de Taiwan”.
Com base nisso, Cheng afirmou que o KMT pretende demonstrar ao povo de Taiwan e ao mundo que os dois lados do Estreito não precisam de cair no perigo e no conflito armado, e que ambos podem, em conjunto, traçar um caminho amplo para a paz com a sua própria sabedoria e esforço.
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A líder observou que um fórum recente entre grupos de reflexão do Partido Comunista da China e do KMT, no início de fevereiro, respondeu às fortes expectativas de vários setores em Taiwan quanto à melhoria das relações entre os dois lados do Estreito, contribuindo simultaneamente para a cooperação em questões como as alterações climáticas, a conservação de energia e a inteligência artificial.
Cheng manifestou a esperança de que a próxima visita expresse preocupação pelas indústrias e pelos empresários de Taiwan e explore novas oportunidades para o intercâmbio e a cooperação entre os dois lados do Estreito em questões voltadas para o futuro.