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Itália financia projetos de água e saneamento em Moçambique

Perante dificuldades no acesso a água potável e recolha de resíduos, a Itália decidiu apoiar intervenções no sul de Moçambique com um financiamento de dois milhões de euros, visando melhorias estruturais ainda por concretizar no terreno

Lusa

O Governo da Itália vai disponibilizar dois milhões de euros para a construção de três sistemas de abastecimento de água e um aterro sanitário, no distrito de Maxixe, na província de Inhambane, sul de Moçambique, foi hoje anunciado.

“Estamos a falar da construção de três sistemas de abastecimento de água e, sobretudo, em duas comunidades, estamos a falar de Dombe, bem como Macupula, que são sítios que têm problemas sérios de água. Então, sem dúvida, é o resolver de um problema que é o choro das nossas populações”, disse à comunicação social o governador de Inhambane, Francisco Pagula, durante a apresentação do projeto, denominado “Salubrix“, naquele distrito.

O governador reconheceu que um dos grandes desafios que os municípios enfrentam, ao nível da província, “e se calhar ao nível do país”, é a gestão dos resíduos sólidos e, olhou com esperança para a construção do novo aterro, para a resolução do problema na região, beneficiando mais de 100 mil habitantes da região.

“Este município, se calhar, passará a ser um dos primeiros municípios no país que leva consigo um aterro controlado e onde vai se fazer a questão de depósito, bem como a seleção de lixo e futuramente sonhamos nós, com o nosso município, a possibilidade até de usar deste lixo para a produção do biogás”, considerou.

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Bruno Comini, representante da iniciativa, o financiamento marca a colaboração e cooperação entre Moçambique e Itália no apoio à melhoria dos serviços urbanos que aquele município presta.

“Está a se produzir, sobretudo na zona comercial e perto dos mercados, muito lixo. Então queremos reforçar o sistema de recolha deste lixo, queremos organizar pelo menos cinco bairros, recolha porta a porta, para que o município chegue nas nossas casas a levar o lixo, para depois ir depositar de forma segura no aterro controlado”, acrescentou o responsável.

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