As declarações foram feitas à margem da feira G2E Asia, onde o responsável reconheceu que fatores externos, como o impasse no estreito de Ormuz e a crise dos combustíveis, estão a gerar incerteza no setor turístico e a condicionar projeções de curto prazo.
“É difícil fazer previsões neste momento”, afirmou Cheng Wai Tong, sublinhando ainda assim que as autoridades vão manter os preparativos para acolher um eventual aumento de turistas.
O plano passa por reforçar a promoção de Macau como destino turístico, melhorar infraestruturas e aumentar a oferta de eventos, numa tentativa de compensar a volatilidade da procura internacional.
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Apesar das dificuldades, o responsável destacou que estão a ser feitos esforços de cooperação com companhias aéreas locais e internacionais, sobretudo operadoras de voos de longa distância, com o objetivo de reforçar a ligação de Macau a mercados emissores mais diversificados.
Entre as estratégias em curso está também a tentativa de reduzir a dependência do aeroporto de Hong Kong como principal porta de entrada, com destaque para a aposta em ligações a cidades como Xangai e Pequim.
O subdirector da DST referiu ainda a expectativa de aumento do turismo educativo no verão, com a chegada de estudantes do Interior da China para visitar instituições de ensino superior em Macau. As autoridades asseguram que estão a ser articulados esforços com operadores turísticos para garantir capacidade de resposta a este segmento.