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Sonangol adia privatização para 2027. “Há um conjunto de condições que devem ser materializadas”

Gigante angolano mantém a intenção de dispersar até 30% do capital, de forma faseada, mas calendário "dependerá da criação das condições necessárias"

O presidente do conselho de administração da Sonangol afirmou hoje que a petrolífera mantém o plano de entrada em bolsa, mas não deverá avançar com a privatização antes da conclusão do Programa de Privatizações (PROPRIV), que terminará este ano.

Gaspar Martins, que falava hoje em conferência de imprensa em Luanda, garantiu que a empresa continua comprometida com a operação: “Mantemos o programa do IPO”.

“O que devemos ter presente é que, para que isto aconteça, há um conjunto de condições que devem ser materializadas”, acrescentou, admitindo que essas condições ainda não vão estão criadas neste momento, pelo que a operação vai ficar fora do programa de privatização que o Governo pretende concretizar até final deste ano (PROPRIV 2023-2026)”.

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O responsável acrescentou que a Sonangol mantém a intenção de dispersar até 30% do capital, de forma faseada, mas indicou que o calendário dependerá da criação das condições necessárias.

“Quando formos à Bolsa – e dizemos que a dispersão é até 30% do capital – continuamos a pensar fazer da forma faseada, mas sem que durante este programa, que vai agora terminar em 2026, seja possível fechar todas as condições”, concluiu.

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