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Amazon confirma corte de 16 mil postos de trabalho depois de e-mail acidental

A gigante tecnológica norte-americana Amazon confirmou o despedimento de cerca de 16 mil trabalhadores a nível global, no âmbito de uma nova vaga de cortes destinada a reduzir burocracia e acelerar processos internos. O anúncio foi feito depois de um e-mail interno, enviado por engano a funcionários nos Estados Unidos, Canadá e Costa Rica, ter revelado antecipadamente a decisão.

A empresa explicou que os despedimentos fazem parte de um plano mais amplo de reestruturação para “fortalecer a organização”, sublinhando que não pretende realizar cortes generalizados de forma recorrente. Em outubro, a Amazon já tinha eliminado cerca de 14 mil postos de trabalho, principalmente em áreas administrativas e de gestão.

Segundo fontes citadas pela imprensa, os trabalhadores afetados poderão candidatar-se a outras vagas dentro da empresa, embora o número de posições disponíveis seja limitado. Quem não for recolocado terá direito a indemnizações calculadas com base no tempo de serviço.

Desde 2022, o setor tecnológico tem atravessado uma vaga prolongada de despedimentos, com empresas como Amazon, Meta, Google e Microsoft a reduzirem significativamente as suas equipas. Sob a liderança do CEO Andy Jassy, a Amazon tem também apertado as regras de trabalho presencial e intensificado o controlo de custos, num esforço para adaptar o negócio a um ambiente económico mais exigente.

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