A empresa explicou que os despedimentos fazem parte de um plano mais amplo de reestruturação para “fortalecer a organização”, sublinhando que não pretende realizar cortes generalizados de forma recorrente. Em outubro, a Amazon já tinha eliminado cerca de 14 mil postos de trabalho, principalmente em áreas administrativas e de gestão.
Segundo fontes citadas pela imprensa, os trabalhadores afetados poderão candidatar-se a outras vagas dentro da empresa, embora o número de posições disponíveis seja limitado. Quem não for recolocado terá direito a indemnizações calculadas com base no tempo de serviço.
Desde 2022, o setor tecnológico tem atravessado uma vaga prolongada de despedimentos, com empresas como Amazon, Meta, Google e Microsoft a reduzirem significativamente as suas equipas. Sob a liderança do CEO Andy Jassy, a Amazon tem também apertado as regras de trabalho presencial e intensificado o controlo de custos, num esforço para adaptar o negócio a um ambiente económico mais exigente.