A secretária O Lam salientou que o reconhecimento expresso pelo Presidente Xi Jinping ao trabalho do Chefe do Executivo e do Governo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) reforçou a confiança da equipa governativa e funcionou como um forte estímulo para o setor dos Assuntos Sociais e Cultura. Segundo a responsável, as diretrizes presidenciais apresentam uma orientação clara, com forte dimensão política e estratégica, devendo servir de guia para o trabalho atual e para o planeamento futuro.
No domínio da educação, ciência e tecnologia, O Lam destacou a importância de promover um desenvolvimento integrado destas áreas, reforçando o papel central do ensino básico e consolidando os alicerces da formação de quadros qualificados ao longo de todo o seu percurso. Paralelamente, referiu o apoio à construção da “Cidade Universitária de Educação Internacional de Macau” e ao desenvolvimento de cursos de padrão internacional, bem como à criação de um subcentro do Centro Nacional de Transferência e Transformação de Tecnologia no âmbito da medicina tradicional chinesa, com vista a acelerar a aplicação prática dos resultados científicos.
Na área cultural, a secretária O Lam sublinhou a necessidade de construir um ecossistema de desenvolvimento cultural assente no legado e na inovação, promovendo a sistematização dos recursos culturais característicos de Macau e valorizando a sua diversidade cultural. Referiu ainda a prioridade atribuída à criação da Zona Internacional de Turismo e Cultura Integrados, com o objetivo de reforçar a atratividade cultural da cidade e a sua projeção externa, bem como a promoção do desenvolvimento conjunto da cultura e do desporto.
Quanto ao bem-estar social, O Lam apontou como prioridades a optimização da distribuição dos recursos educativos, a melhoria dos serviços de saúde, o reforço da oferta cultural pública e o aperfeiçoamento dos serviços destinados à população idosa, com o objetivo de elevar a qualidade de vida dos residentes. A responsável sublinhou ainda a participação ativa de Macau no desenvolvimento da Grande Baía Guangdong–Hong Kong–Macau, defendendo que o território deve continuar a tirar partido das suas vantagens próprias para contribuir para um desenvolvimento regional de alta qualidade e para a construção de um “Macau feliz” e dinâmico.