Perante a ameaça do supertufão Ragasa, que inicialmente foi classificado como uma grave ameaça comparável ao tufão Mangkhut, o Governo ativou um estado de alerta máximo.
O Chefe do Executivo liderou uma reunião extraordinária com os cinco secretários, ativando o mecanismo de proteção civil e declarando o estado de prevenção imediata a partir das 13h00 do dia 23 de setembro (terça-feira).
As medidas centrais incluíram a emissão de alertas de storm surge laranja e do sinal n.º 8, e a execução do “Plano de evacuação das zonas baixas”, que resultou na retirada de 3.236 pessoas de 9.070 fogos, alojadas em 17 centros de acolhimento de emergência.
A resposta operacional foi, diz um comunicado do Centro de Operações de Proteção Civil, “abrangente, envolvendo o encerramento temporário dos casinos, o corte de energia preventivo pela CEM em zonas baixas (afetando 16.000 fogos) para evitar acidentes”. Também obrigou ao encerramento de pontes e postos fronteiriços.
Foram mobilizadas equipas de várias entidades (Alfândega, Polícia, Bombeiros, entre outras) para evacuações, remoção de obstáculos e inspeções de segurança.
Durante a passagem do tufão, que levou ao içamento do sinal n.º 10, registaram-se 259 ocorrências, maioritariamente relacionadas com objetos com risco de queda e quedas de árvores, resultando em oito feridos (1 em estado grave).
Com o afastamento da tempestade e o abaixamento para o sinal n.º 3 às 23h00 do dia 24, o estado de prevenção imediata foi levantado.
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