Quantas vítimas teve o descarrilamento do elevador da Glória, ocorrido às 18H04 de 3 de setembro?
16 vítimas mortais (incluindo o guarda-freio, André Marques) e 23 feridos, entre os quais quatro graves (um dos feridos graves acabou por morrer, elevando o número de mortos dos iniciais 15 para 16). Não se sabe qual a gravidade dos ferimentos, e se implicam sequelas permanentes, dos feridos graves.
Quem está a investigar o acidente?
Além da averiguação da existência de responsabilidades criminais, a cargo do Ministério Público/Polícia Judiciária, decorre a investigação do Gabinete de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos e Ferroviários (GPIAAF), órgão independente que tem a incumbência de investigar acidentes graves (definidos como causando mortos ou mais de cinco feridos graves), assim como da própria Carris — através, supõe-se, da sua Autoridade de Segurança (ASE), mas também, de acordo com aquilo que foi anunciado pelo presidente do Conselho de Administração, Pedro Bogas, a 4 de setembro, “com a colaboração de consultores externos”.
Na conferência de imprensa de 4 de setembro, Pedro Bogas assegurou: “Estamos empenhados para muito em breve estarmos aqui para vos apresentarmos as conclusões deste inquérito.” Não foi até agora apontada uma data para essa apresentação.
Já o GPIAAF publicou, a 6 de setembro, uma nota informativa, na qual indica a causa do acidente, anunciando que produzirá um relatório preliminar no prazo de 45 dias e um definitivo no prazo de um ano (se não conseguir apresentar o definitivo no prazo de um ano, elaborará entretanto um intercalar).
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