Depois de os Estados Unidos terem imposto sanções à Índia pela compra de petróleo russo e de Donald Trump ter sugerido que a China poderia enfrentar tarifas adicionais pelo mesmo motivo, Pequim não dá sinais de ceder à pressão.
Fonte do ministério dos Negócios Estrangeiros da China, citado pela Bloomberg, afirmou que o país vai continuar a sua cooperação energética internacional “de acordo com os interesses nacionais” e não cederá a pressões externas.
Embora Trump tivesse afirmado que a sanção à China “pode acontecer”, o seu conselheiro Peter Navarro já veio avisar que mais tarifas contra a China também teriam um impacto negativo na economia norte-americana.
Já o secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse à Fox News que as tarifas sobre o petróleo russo “podem estar em cima da mesa” em algum momento.
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