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Mais de 200.000 pessoas fugiram da região de conflito em meio à batalha por um território há muito disputado, que abriga templos históricos.
O conflito foi o mais mortal desde a onda de violência entre 2008 e 2011 no território, reivindicado pelos dois países devido a uma demarcação bastante vaga feita pelos administradores coloniais franceses do Camboja em 1907.
A declaração conjunta foi divulgada pelo primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, após as negociações de paz, da qual também participaram representantes dos Estados Unidos e da China.
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