João Baptista Borges, que falava à imprensa local, referiu que o êxito das novas tarifas de água depende, principalmente, da capacidade de cobrança e da transformação do serviço prestado em receitas sustentáveis, o que exige uma gestão mais dinâmica, focada e profissional por parte das empresas do sector.
O ministro destacou que o abastecimento de água tem sido a maior preocupação do Executivo na província de Luanda, por ser a zona com mais de 13 milhões de habitantes, dos quais mais do que a metade não tem acesso à água canalizada.
Segundo João Baptista Borges, decorre, também, um projecto para duplicar a capacidade de abastecimento da capital de 600 mil metros cúbicos para 1,7 milhões.
O objectivo, reforçou, é garantir uma capacidade que permita abastecer mais de 7,5 milhões de pessoas. Para isso, acrescentou que estão a ser construídos dois grandes sistemas, o Bita e Quilonga.
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