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Militar com “comportamentos desviantes” dispensado da GNR

É visto pela população de Veiros, em Estremoz, como alguém "arrogante, conflituoso e com falta de ética". E a sucessão de "comportamentos desviantes", que tem apresentado na GNR, desde 2019, levou o comandante-geral a querer dispensar o militar de serviço, um pedido aceite pela ministra da Administração Interna.

Na Guarda, onde trabalhou durante 27 anos, o cabo acumulou cinco processos disciplinares. Num deles, foi punido com dez dias de suspensão por enviar uma comunicação eletrónica para a Direção-Geral das Atividades Económicas informando que o Comandante do Posto Territorial de Estremoz autorizou alguns estabelecimentos a servir cafés, em detrimento de outros, no início da pandemia. Atitude que a Guarda entendeu que punha em causa a ética profissional do Comandante do Posto de Estremoz.

Noutra situação, apesar de estar dispensado do uso e porte de arma, trabalho operacional e contacto com o público, o cabo atuou sozinho à paisana numa fiscalização, expondo-se a riscos, e também lavrou autos de contraordenação indevidamente (o que lhe valeu 25 dias de suspensão).

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