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Fórum de Davos começa nesta segunda e expõe paradoxo do Brasil

Quando o encontro anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, começar nesta segunda-feira (20) com seus quase 3.000 participantes, o Brasil estará em um paradoxo.

Por um lado, o país terá sua menor delegação governamental em anos, com apenas um ministro a representar o Planalto: Alexandre Silveira (Minas e Energia), cuja viagem foi adiada por causa da reunião ministerial desta segunda e seria reavaliada ante a crise política que o governo atravessa.

No momento da conclusão desta reportagem, conforme apurado, sua participação era dada como improvável. Além dele, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), e o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD) eram aguardados nos Alpes.

A ministra Marina Silva (Ambiente) chegou a ser listada em painéis oficiais do evento, mas depois foi substituída pelo secretário do Clima, André Corrêa do Lago, que por sua vez também cancelou viagem. Fernando Haddad (Fazenda) e o novo diretor do Banco Central, Gabriel Galípolo, que estariam entre pares naquele que é um dos principais eventos internacionais sobre economia, não chegaram a confirmar presença.

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