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Feira Internacional de Macau com menos 80 expositores lusófonos este ano

Mais de 180 expositores oriundos de países de língua portuguesa vão participar, entre 16 a 19 deste mês, na 29.ª Feira Internacional de Macau (MIF), disse o organizador, menos 80 do que em 2023.

A edição deste ano da MIF vai contar com a Zona de Exposição Alusiva aos Mercados dos Países de Língua Portuguesa, com mais de 200 ‘stands’, salientou o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), em comunicado. Os mais de 180 expositores daquela zona incluem organismos governamentais, associações comerciais e empresas, indicou.

Os expositores lusófonos presentes abrangem indústrias como tecnologia, maquinaria e produtos agrícolas, finanças, comércio eletrónico transfronteiriço, logística e carga, produtos culturais e criativos, comidas e bebidas, entre outras, referiu na mesma nota.

Em 2023, a MIF decorreu em simultâneo com a edição inaugural da Exposição Económica e Comercial China-Países de Língua Portuguesa (C-PLPEX), um certame antes designado PLPEX e organizado em paralelo com a Feira Internacional de Macau.

Este ano, a C-PLPEX não se realiza e vai regressar em 2025, disse o IPIM ao canal em português da televisão pública de Macau, TDM, em setembro, sem adiantar pormenores.

A Zona de Exposição Alusiva aos Mercados dos Países de Língua Portuguesa na MIF deste ano inclui um pavilhão com informações dos mercados lusófonos, uma área sobre o papel de Macau como plataforma de serviços financeiros e comerciais sino-lusófona e uma zona de degustação.

Durante os quatro dias da MIF serão organizadas mais de 10 sessões de atividades de promoção económica e comercial “para explorar oportunidades de negócio entre a China” e o bloco lusófono. O objetivo é encorajar os comerciantes participantes a experimentar “os produtos e os serviços dos países de língua portuguesa”, assinalou.

Os expositores lusófonos presentes abrangem indústrias como tecnologia, maquinaria e produtos agrícolas, finanças, comércio eletrónico transfronteiriço, logística e carga, produtos culturais e criativos, comidas e bebidas, entre outras, referiu na mesma nota.

O programa inclui uma sessão de bolsas de contacto dos produtos e serviços dos mercados lusófonos, no primeiro dia da MIF, assim como atividades para promover o comércio e investimento com as províncias chinesas de Jiangsu (leste) e Fujian (sudeste) e com Angola.

Durante a MIF vão ainda ser anunciados os vencedores de prémios para vinhos e bebidas espirituosas e para café dos países de língua portuguesa, nos quais participam mais de 20 fornecedores ou agentes, com mais de 40 produtos, referiu o IPIM.

A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) como plataforma para o reforço da cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003 e, nesse mesmo ano, criou o Fórum de Macau.

O organismo integra, além da China, os nove países de língua portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Plataforma com Lusa

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