Uma frente parlamentar e dois grupos de trabalho que contam com financiamentos esporádicos da Embaixada da China e de empresas do país existem atualmente nas Casas. O alinhamento de políticos garante a Pequim a defesa de pautas de seu interesse, que impactam negócios e temas sensíveis.
É o caso, por exemplo, do destino de uma ação liderada em setembro passado pelo PL de Jair Bolsonaro. Deputados da sigla tentaram criar uma frente parlamentar Brasil-Taiwan, ilha considerada por Pequim uma província rebelde.
Conseguiram o apoio formal de 213 deputados, 15 a mais do que o mínimo necessário. Mas o requerimento está até hoje parado na Mesa da Câmara e não figura na relação oficial de frentes parlamentares do Congresso.
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