Wang, também membro do Bureau Político do Comité Central do Partido Comunista da China, fez estas declarações numa conferência de imprensa com o seu homólogo da Papua-Nova Guiné, Justin Tkatchenko.
As Nações Unidas devem desempenhar o seu papel devido na resposta aos desafios globais, e o Conselho de Segurança da ONU deve cumprir o seu dever de manter a paz e a segurança internacionais, disse Wang, observando que a comunidade internacional está profundamente insatisfeita e desapontada com os Estados Unidos pelo seu veto recente, negando a adesão plena da Palestina à ONU.
Uma adesão plena rápida da Palestina à ONU é uma medida para corrigir uma injustiça histórica prolongada, enfatizou Wang, acrescentando que esta é uma obrigação internacional que deve ser cumprida por cada Estado-membro da ONU. No entanto, os Estados Unidos mais uma vez se opõem abertamente à moralidade internacional e à comunidade internacional, deixando mais um registo muito desonroso na história, observou o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês.
Uma adesão plena da Palestina à ONU não deve vir como resultado das negociações entre Israel e a Palestina, mas sim como uma pré-condição igual concedida à Palestina para as negociações, servindo como um passo fundamental para concretizar a solução de dois Estados, apontou Wang.
Não é que as condições não estejam maduras para que a Palestina se torne plenamente um Estado-membro da ONU, mas sim que a justiça continua há muito tempo atrasada, disse Wang, observando que os Estados Unidos devem agir para mostrar o seu suposto apoio à solução de dois Estados.
Plataforma com Xinhua