Daquele montante, 716 milhões de euros correspondem a renegociações de empréstimos para compra de casa, o que traduz um aumento de 137 milhões (+23,6%) em relação a janeiro do ano passado, altura em que os portugueses renegociaram um total de 579 milhões de euros nestes créditos. No final de dezembro, o supervisor dava conta de 8,8 mil milhões renegociados em crédito à habitação desde o início de 2023 – ora, com a evolução de janeiro, o valor sobe para 9,5 mil milhões.
Recorde-se que, para apoiar as famílias com empréstimos à habitação indexados a taxa variável, os quais representam 90% do stock nacional, o Governo aprovou, no final de 2022, um conjunto de medidas que permitem renegociar os contratos a custo zero – isto inclui alargar prazo, consolidar créditos, fazer um novo crédito ou reduzir a taxa de juro durante um período de tempo.
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