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Renegociações de créditos disparam 26% em Portugal

Com a subida das taxas de juro, várias têm sido as famílias empenhadas em procurar soluções junto dos bancos para reduzir os encargos com as prestações. Os dados divulgados ontem pelo Banco de Portugal (BdP) confirmam que a renegociação do crédito é uma das principais respostas ao problema, já que as operações continuam em trajetória ascendente: em janeiro, totalizaram 768 milhões de euros, mais 26% ou 158 milhões, face aos 610 milhões de euros renegociados no período homólogo.

Daquele montante, 716 milhões de euros correspondem a renegociações de empréstimos para compra de casa, o que traduz um aumento de 137 milhões (+23,6%) em relação a janeiro do ano passado, altura em que os portugueses renegociaram um total de 579 milhões de euros nestes créditos. No final de dezembro, o supervisor dava conta de 8,8 mil milhões renegociados em crédito à habitação desde o início de 2023 – ora, com a evolução de janeiro, o valor sobe para 9,5 mil milhões.

Recorde-se que, para apoiar as famílias com empréstimos à habitação indexados a taxa variável, os quais representam 90% do stock nacional, o Governo aprovou, no final de 2022, um conjunto de medidas que permitem renegociar os contratos a custo zero – isto inclui alargar prazo, consolidar créditos, fazer um novo crédito ou reduzir a taxa de juro durante um período de tempo.

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