Conheça dos destaques desta semana do PLATAFORMA

por Gonçalo Lopes

PDF: Versão Integral do PLATAFORMA às sextas-feiras nas bancas em Macau

A previsão da Direcção dos Serviços de Turismo já foi ultrapassada. Resta agora perceber se este será o melhor ano para Macau relativamente ao número de visitantes no Ano Novo Chinês. Segundo os dados preliminares do sexto dia de festividades, a cidade está muito perto de bater o recorde de 2019

Manchete: Semana Dourada acima dos recordes?

Outros destaques nesta edição:

Guilherme Rego – Escreve esta semana sobre o turismo em Macau e Hengqin como uma solução

EditorialMira em Hengqin

Paulo Rego – Escreve esta semana sobre a reforma da Administração Pública de Macau

SinaisReforma de Santa Engrácia

O Governo já fez consultas, e o PLATAFORMA sabe que se iniciam negociações para a ampliação da Escola Portuguesa, cuja capacidade está esgotada. Mas mudar tudo, deixando tudo na mesma, é o exercício da impossibilidade. Victor Mestre, que trabalhou com Chorão Ramalho, mas também em organizações como a Docomomo Macau, focada na preservação de edifícios com História, assumem abertamente a necessidade de ampliação. Só uma estrutura nova, complementar, ambiciosa e “atrevida”, parece capaz de fazer a Pedro Nolasco crescer, preservando a “alma” de tudo o que lá hoje habita

Destaque: Ampliar a Escola guardando a alma de Chorão

Em entrevista ao Grupo Mídia da China, o embaixador chinês em Portugal, Zhao Bentang, fala daquilo que têm sido as relações sino-portuguesas nos últimos 45 anos e do que gostava de ver no futuro. O responsável aplaude a importância de Portugal nas relações da China com a União Europeia e salienta a cooperação no mercado externo, que permite às empresas dos dois países avançar com projetos conjuntos em todo o mundo. Por outro lado, destaca a “febre” das línguas, com cada vez mais instituições a lecionar português na China e mandarim em Portugal

Destaque: “O Governo chinês tem vindo a otimizar as políticas de vistos para facilitar o fluxo de pessoas”

Declínio do número de nascimentos está a provocar um excedente de professores, que pode chegar a 1.9 milhões em 2035. Licenciaturas relacionadas com o ensino começam a ser desaconselhadas por alguns governos no Continente

Destaque: Queda na natalidade pode levar a um excedente de quase 2 milhões de professores em 2035

Leia a edição anterior do PLATAFORMA

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