Polícia portuguesa preparou maior operação logística de sempre para as buscas na Madeira

Os alvos principais foram figuras de topo da política, como Miguel Albuquerque e Pedro Calado, e dois dirigentes do grupo empresarial que detém os reputados hóteis Savoy. Atentado contra o Estado de Direito, corrupção ativa e passiva, são alguns dos crimes em causa. 270 inspetores viajaram de Lisboa para o Funchal.

por Gonçalo Lopes

Foi um acordar tumultuoso o desta quarta-feira na Madeira, especialmente no Funchal. A ilha foi “varrida” por quase três centenas de inspetores da Polícia Judiciária (PJ) que viajaram de Lisboa. Foi ainda na noite de terça-feira que os 270 inspetores da PJ embarcaram num Hércules C-130 e numa outra aeronave da Força Aérea Portuguesa (FAP) na Base do Montijo.

A operação foi preparada entre a Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) e o Estado-Maior da FAP no mais completo sigilo. Na PJ nunca se tinha feito nada com esta dimensão, tanto em recursos humanos como em equipamentos transportados para uma só operação fora do território continental.

De acordo com o plano, depois de as aeronaves aterrarem, os inspetores seguiram discretamente em autocarros turísticos previamente reservados e foram distribuídos por várias unidades hoteleiras próximas dos locais onde, a partir das 7.00 da manhã de quarta-feira, iriam realizar as buscas.

Leia mais em Diário de Notícias

Pode também interessar

Contate-nos

Meio de comunicação social generalista, com foco na relação entre os Países de Língua Portuguesa e a China

Plataforma Studio

Newsletter

Subscreva a Newsletter Plataforma para se manter a par de tudo!