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Conciliação de Lula com militares incluiu articulação contra proposta do PT

Presidente e ministro da Defesa agiram para esfriar ânimos do partido e evitaram embates após transição intrincada

“Enquanto eu for presidente, não tem GLO”, disse o presidente Lula (PT) cinco dias antes de assinar decreto autorizando as Forças Armadas a atuarem em operação de Garantia da Lei e da Ordem, a GLO, em portos e aeroportos do Rio de Janeiro e de São Paulo.

No anúncio da GLO, em 1º de novembro, Lula justificou a medida como necessária diante da “situação muito grave” envolvendo o crime organizado no Rio de Janeiro. “Bem, na verdade esse decreto, ele estabelece a criação de uma operação integrada de combate ao crime organizado e, por isso, eu estou fazendo esse decreto de GLO”, contemporizou.

A mudança de postura de Lula com a GLO ocorreu após uma articulação entre os comandantes das Forças Armadas e o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, que permeou o trabalho de todo o ano das cúpulas militares.

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