A proposta final para acordo já teve “luz verde” das confederações empresariais, tendo a ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, desafiado a UGT a apresentar até à reunião de Concertação Social uma “posição realmente construtiva e clara”. Por seu turno, a central sindical liderada por Mário Mourão já sinalizou que vai “reafirmar” as propostas ao Governo.
Caso não exista acordo com os parceiros sociais, Palma Ramalho já sinalizou que a proposta de lei que seguirá para o parlamento será um resultado do anteprojeto inicial e os contributos “que o Governo considere úteis” alcançados ao longo do processo negocial, o que significa que poderá não incorporar todas as medidas vertidas na proposta final.