Em resolução aprovada por unanimidade, o secretariado nacional da central sindical, liderada por Mário Mourão, considera que a proposta apresentada revela uma “insuficiente aproximação negocial”, não permitindo, para já, alcançar um entendimento entre as partes.
A posição será levada à próxima reunião plenária da Concertação Social, onde a UGT defende que deve ser dado “o passo seguinte” nas negociações com o Governo e os parceiros sociais.
No documento, a central sindical sublinha a importância de não desvalorizar os avanços já alcançados no âmbito do diálogo social, defendendo a necessidade de aprofundar o processo para alcançar soluções equilibradas.
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“Em defesa dos trabalhadores” e “por um Trabalho XXI com direitos”, a UGT reafirma o compromisso de continuar a trabalhar por uma legislação laboral mais justa e inclusiva, que responda aos desafios atuais e futuros do mercado de trabalho.
A organização acrescenta ainda que continuará a apresentar propostas no âmbito das negociações, defendendo o reforço da negociação coletiva e o papel de sindicatos “mais fortes e dinâmicos” na construção de soluções laborais sustentáveis.