Em declarações à Reuters, o general Oleksandr Tarnavsky reconheceu que as forças na linha da frente debatem-se com escassez de projéteis de artilharia e, em resultado, algumas operações militares foram reduzidas. Um “problema muito grande” foi como o comandante do grupo Tavria se referiu à falta de munições, em especial as “pós-soviéticas”, de 122 mm e de 152 mm.
“Os volumes de que dispomos atualmente não são suficientes para nós, tendo em conta as nossas necessidades. Por isso, estamos a redistribuí-los. Estamos a replanear as tarefas que estabelecemos e a reduzi-las, porque temos de as assegurar”, disse o homem que chefiou a tentativa de recuperar território em Zaporíjia.
Leia mais em Diário de Notícias