A carta e o algoritmo de IA foram os principais desenvolvimentos antes de o conselho de administração da OpenAI decidir demitir Altman, o garoto-propaganda da IA generativa, tecnologia por trás do ChatGPT, disseram as duas fontes. A demissão levou funcionários da empresa a ameaçarem demissão coletiva e Altman foi recontratado na quarta-feira (22).
As fontes citaram a carta como um fator entre uma lista mais longa de queixas da diretoria que levou à demissão de Altman, entre as quais preocupações com a comercialização de avanços de IA antes do entendimento das consequências do uso da tecnologia. A Reuters não conseguiu analisar uma cópia da carta. Os funcionários que escreveram o texto não responderam a pedidos de comentários.
Depois de ser contatada pela Reuters, a OpenAI, que se recusou a comentar, reconheceu em uma mensagem interna para os funcionários um projeto chamado Q* e uma carta para a diretoria antes dos eventos do fim de semana, disse uma das fontes.
Leia mais em Folha de S.Paulo