“O meu sindicato FUTPRO, em coordenação com a minha agência TMJ, estão encarregues de defender os meus interesses e serão os meus interlocutores sobre este assunto”, pode ler-se. “Pedimos à Real Federação Espanhola de Futebol que implemente os protocolos necessários, zele pelos direitos das nossas jogadoras e adote medidas exemplares”, refere então o documento publicado pela FUTPRO.
“É essencial que a nossa seleção seja representada por figuras que protejam os valores da igualdade e do respeito em todos os sentidos. É necessário continuar esta luta pela igualdade, uma luta que as nossas jogadores têm liderado com determinação”, vinca.
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