Em Portugal, Aveiro foi onde os preços mais subiram: se em julho de 2019 arrendar um quarto numa habitação partilhada custava, em média, 236 euros, no mesmo mês de 2023, o montante fixou-se nos 355 euros, ou seja, mais 119 euros (+50%). Em Leiria, a subida também foi expressiva – na realidade, a segunda maior (+42%) -, tendo o montante pedido aos inquilinos aumentado cerca de 80 euros, para 270 euros, face ao período em análise.
Ainda no pódio das variações percentuais, as rendas de quartos praticadas em Braga aumentaram na ordem dos 37%, numa diferença compreendida em 94 euros, para 350 euros. Nesta sequência surge Setúbal, onde arrendar um quarto custa agora 380 euros, mais 100 euros (+35%) do que em 2019 – o segundo maior aumento em termos de valor -, seguido de Coimbra, distrito no qual os preços subiram 34%, ou 68 euros, para 270 euros.
Os grandes centros urbanos, por seu turno, foram os que apresentaram as menores subidas percentuais, porém, continuam a ser os que praticam valores mais altos. Enquanto no Porto o aumento foi de 30% (cerca de 92 euros), para 400 euros, em Lisboa o acréscimo foi de 96 euros, para 506 euros (+23%). À semelhança do arrendamento total de uma casa, é na capital do país onde se encontram os preços mais expressivos. Faro registou uma subida de 21%, ou 65 euros, e, em julho deste ano, arrendar um quarto neste distrito custou, em média, 380 euros.
O Idealista não conseguiu apurar valores dos anos passados referentes a Santarém, por falta de dados, sabendo-se apenas que o custo atual de um quarto nesta localidade é de 290 euros mensais. Juntamente com Leiria e Coimbra, estes são os três distritos onde é mais barato arrendar aquela divisão da casa.
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