A operação, que inclui buscas domiciliárias e a instalações policiais, surge na sequência de avanços no inquérito, já antecipados pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves. As autoridades confirmam que os suspeitos exercem atualmente funções e poderão ter tido envolvimento direto ou indireto nos factos investigados, ocorridos entre 2024 e 2025.
Segundo a PSP, foram emitidos 16 mandados de detenção e realizadas dezenas de buscas, no âmbito de um segundo inquérito judicial. Com estas novas detenções, sobe para nove o número de agentes em prisão preventiva desde março.
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O processo envolve suspeitas de crimes graves, incluindo tortura, violação, agressões e abuso de poder, tendo como principais vítimas pessoas em situação de vulnerabilidade. A investigação continua em curso, estando também a ser apuradas responsabilidades disciplinares.