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Crescimento do PIB da zona euro abranda para 3,5% em 2022

Dinehiro Vivo

Também o crescimento do PIB dos 27 Estados-membros desacelerou para os 3,5%, depois de ter subido 5,4% em 2021, revelam dados do Eurostat.

O crescimento da economia da zona euro abrandou, no conjunto de 2022, para 3,5%, face aos 5,3% do ano anterior, segundo dados esta quarta-feira divulgados pelo Eurostat.

De acordo com o serviço estatístico da União Europeia (UE), também o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos 27 Estados-membros desacelerou para os 3,5%, depois de ter subido 5,4% em 2021.

Já entre outubro e dezembro de 2022, o PIB da zona euro subiu 1,8% na variação homóloga e manteve-se face ao terceiro trimestre de 2022.

Na UE, o PIB cresceu 1,7% na variação homóloga e recuou 0,1% em cadeia.

As economias da Irlanda (13,1%), Grécia (5,2%) e Malta (4,9%) registaram, no quarto trimestre de 2022, os maiores crescimentos homólogos, com a Estónia (-4,4%), a Lituânia (-0,4%) e a Suécia (-0,1%) a apresentarem os únicos recuos.

Na comparação com o trimestre anterior, entre outubro e dezembro de 2022, a Grécia (1,4%), Malta (1,2%) e Chipre (1,1%) tiveram os maiores aumentos do PIB e a Polónia (-2,4%), a Estónia (-1,6%) e a Finlândia (-0,6%) as principais quebras.

O PIB português aumentou 3,2% em termos homólogos e 0,3% em cadeia.

No boletim, o Eurostat divulga ainda dados para o indicador do emprego, estimando que este tenha crescido, no conjunto de 2022, 2,2% na zona euro e 2,0% na UE.

No boletim, o Eurostat divulga ainda dados para o indicador do emprego, estimando que este tenha crescido, no conjunto de 2022, 2,2% na zona euro e 2,0% na UE.

Nos últimos três meses de 2022 o emprego avançou, na zona euro, 1,5% na comparação homóloga e 0,3% em cadeia, e na UE subiu, respetivamente, 1,3% e 0,3%.

Malta (7,0%), Estónia (3,7%) e Lituânia (3,6%) apresentaram as maiores subidas homólogas do emprego, com a Polónia (-0,2%) a registar o único recuo.

Na comparação trimestral, Portugal registou o maior recuo no indicador (-0,8%), seguido da Letónia e Lituânia (-0,5% cada), com os maiores avanços a serem observados em Malta (1,6%), Polónia (0,9%), Chipre, Estónia e Países Baixos(0,7% cada).

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